Os Contos e Seus Símbolos:
Possibilidades Pedagógicas e Terapêuticas
Data: 10,17,24,31 de maio
Horário: terça feira - 13:30h às 17:30h
Carga Horária: 16 h
Investimento: R$ 160,00 ou 2 parcelas de R$ 90,00 (a primeira no ato da inscrição e a segunda para o primeiro dia de aula).
Técnicas Expressivas no Trabalho com Crianças
Data: 14 e 15 de maio
Horário: sábado e domingo - 8:30 às 17:30h
Carga Horária: 16 h
Investimento: R$ 160,00 ou 2 parcelas de R$ 90,00 (a primeira no ato da inscrição e a segunda para o primeiro dia de aula).
Coordenação: Rozemar Cândido
Pedagoga com formação em Orientação Educacional pela Universidade do Vale do Itajaí;
Especialista em Educação Fundamentada na Arte pela Universidade Tuiuti do Paraná;
Arteterapeuta pelo Incorporar-te/Florianópolis –SC;
Membro do grupo THT- Terapia Holística Tradicional; Contadora de Histórias orientada pelo escritor e contador de história Celso Sisto e pela atriz e contadora Margarida Baird;
Co-Coordenadora do Projeto Arteterapêutico de Atendimentos Acessíveis do Incorporar-te em Curitiba.
Informações:
(Programa Completo etc)
www.incorporarte.psc.br
em Novidades
at@incorporarte.psc.br
Inscrições:
41-33083786/41-98045876
rozecandido@gmail.com
Vagas Limitadas
"Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo." Herman Hesse
8 de maio de 2011
4 de maio de 2011
3º CURSO ABERTO SOBRE TRANSTORNO DO HUMOR – ABRATA COMPACTO - 2011
NA SEDE DA ABRATA – Rua Borges Lagoa, 74, cj. 2
23/06 - Quinta ( feriado) Das 8:30 às 18:30 – 4 aulas
(secretaria a partir das 8:00h da manhã ou plantão dia 22 – de 17:00h às 21:00h.).
24/06 - Sexta – Das 8:30 às 18:30h – 4 aulas
25/06 - Sábado – Das 8:30 às 17:00h - 3 aulas – Encerramento com entrega dos Certificados (coquetel simples).
TEMAS
Definições: doença, sintomas, emoções e sentimentos.
Conceito dos Transtornos depressivos e bipolares.
Comorbidades: ansiosas e outras comorbidades.
Tratamento (fármacos e efeitos colaterais)
Tratamento ( ECT, psicoterapias e outros e seus efeitos colaterais).
Aceitação do tratamento
Recuperação
Transtorno do Humor na infância-adolescência
Transtorno do Humor nos Idosos
Transtornos do Humor nas Mulheres
PALESTRANTES
Elisabeth Sene – Costa
Frederico Demétrio
Luis Justo
Márcia Britto de Macedo Soares
Miguel Boaratti
Rodrigo Silva Dias
Rosilda Antônio
Tadeu Soares
Teng Chei Tung
NA SEDE DA ABRATA – Rua Borges Lagoa, 74, cj. 2
23/06 - Quinta ( feriado) Das 8:30 às 18:30 – 4 aulas
(secretaria a partir das 8:00h da manhã ou plantão dia 22 – de 17:00h às 21:00h.).
24/06 - Sexta – Das 8:30 às 18:30h – 4 aulas
25/06 - Sábado – Das 8:30 às 17:00h - 3 aulas – Encerramento com entrega dos Certificados (coquetel simples).
TEMAS
Definições: doença, sintomas, emoções e sentimentos.
Conceito dos Transtornos depressivos e bipolares.
Comorbidades: ansiosas e outras comorbidades.
Tratamento (fármacos e efeitos colaterais)
Tratamento ( ECT, psicoterapias e outros e seus efeitos colaterais).
Aceitação do tratamento
Recuperação
Transtorno do Humor na infância-adolescência
Transtorno do Humor nos Idosos
Transtornos do Humor nas Mulheres
PALESTRANTES
Elisabeth Sene – Costa
Frederico Demétrio
Luis Justo
Márcia Britto de Macedo Soares
Miguel Boaratti
Rodrigo Silva Dias
Rosilda Antônio
Tadeu Soares
Teng Chei Tung
Marcadores:
ABRATA,
Depressão,
Dr. Teng Chei Tung,
Transtorno Bipolar,
Transtorno do Humor
V Jornada Goiana de Arteterapia
"Arteterapia no cuidado e na reabilitação de drogadictos (álcool e outras drogas)"
Data: 13 de junho de 2011
Local: Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Goiás (FEN-UFG)
Rua 227 Qd 68, S/N - Setor Leste Universitário - Goiânia - Goiás - Brasil - CEP: 74.605-080 - Telefone: 55 (62) 3209-6280 - Fax: 55 (62) 3209-6282.
Realização: Faculdade de Enfermagem (FEN)-UFG e Associação Brasil Central de Arteterapia (ABCA)
Apoio: PROEC-UFG e NEPAQ/FEN-UFG
Público Alvo: estudantes, professores e profissionais de várias áreas de conhecimento, incluindo em especial as áreas de Arteterapia, de Musicoterapia, da saúde, da educação, do judiciário etc e aberto a todos que queiram participar.
Informações e Inscrições pelo end. Eletrônico: jornada.arteterapia@gmail.com ou aclaudiaval@terra.com.br
Coordenação Geral
Profª Ana Cláudia A. Valladares - Faculdade de Enfermagem-UFG (FEN-UFG) e Associação Brasil Central de Arteterapia (ABCA)
OBJETIVO GERAL: terá o propósito de ampliar o conhecimento de profissionais e estudantes das áreas de artes, educação, saúde, jurídica e áreas afins sobre os estudos e pesquisa que estão sendo desenvolvidos em Arteterapia aplicada ao contexto de dependência de drogas, como uma ferramenta profissional, criativa e terapêutica possível de ser utilizada como estímulo ao desenvolvimento saudável dos dependentes de drogas.
Evento gratuito com Vagas limitadas
Os participantes receberão um certificado de 10h em relação ao evento.
Ao final os autores e relatores de trabalhos receberão os certificados de apresentação e autoria.
Os trabalhos apresentados na V JORNADA GOIANA DE ARTETERAPIA serão avaliados por uma Comissão Julgadora e serão premiados os três primeiros colocados na sessão pôster e na apresentação oral.
O dia 22 de abril comemora-se o "Dia do Arteterapeuta"!
Inscrições:
Por meio do e-mail: jornada.arteterapia@gmail.com ou aclaudiaval@terra.com.br
Por FAX 55 (62) 3209-6282 aos cuidados da Profª Ana Cláudia
Outras informações na coordenação de curso da Faculdade de Enfermagem da UFG situada na Rua 227 Qd 68, S/N - Setor Leste Universitário - Goiânia - Goiás - Brasil - CEP: 74.605-080 - Telefone: 55 (62) 3209-6280 - Fax: 55 (62) 3209-6282.
Após o dia 11 de maio às inscrições serão feitas apenas no local do evento ou pessoalmente.
FICHA DE INSCRIÇÃO
Nome completo: _______________________________________________________
Profissão/Curso-período:___________________ Instituição: __________________
Membro (estudante ou profissional) filiado às associações da Arteterapia: Sim ( ) Não ( )
E-mail: ___________________________________ Fone:_______________________________
Endereço___________________________________________________________
Cidade: __________________ UF: _______ CEP: ________________
PROGRAMAÇÃO OFICIAL
Dia 13 Junho 2011 - segunda-feira
Hall de entrada
07:30 às 08:30h – Inscrições e credenciamento
08:00 às 18:00h – Exposição dos pôsteres, Mostra de artes plásticas: “Retratos” e Feira de artesanato dos GERARTEs 1 e 2
Auditório (100 pessoas)
08:30 às 09:00h – Abertura do evento
09:00 às 10:30h - Conferência: “Arteterapia no cuidado e na reabilitação de drogadictos (álcool e outras drogas)” – Profª Drª Ana Cláudia Afonso Valladares (FEN-UFG)
10:30 às 12h – Apresentações orais e dialogadas dos pôsteres
Sala 1 (50 pessoas)
09:30 às 12h – Roda de conversa sobre Toxicomania (adultos) - profissionais do CASA CAPSad (Goiânia)
Sala 2 (50 pessoas)
09:30 às 12h – Roda de conversa sobre Toxicomania (infanto-juvenil) - profissionais do CAPSadi Girassol e do Consultório de rua (Goiânia)
De 14 a 17 de junho 2011 - terça a sexta-feira
Hall de entrada
08:00 às 18:00h – Exposição dos pôsteres e Mostra de artes plásticas: “Retratos”
Mini-currículo da Conferencista
Profª Drª Ana Cláudia Afonso Valladares (GO)
Profª Drª da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Goiás (FEN-UFG). Vice-Presidente da Associação Brasil Central de Arteterapia (ABCA). Membro do Conselho Diretor da União Brasileira das Associações de Arteterapia (UBAAT). Especialista em Arteterapia e Enfermagem Pediátrica pela UFG. Mestre e Doutora em Enfermagem Psiquiátrica pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Perto/SP da Universidade de São Paulo (EERP-USP). Autora do livro: “A Arteterapia humanizando os espaços de saúde” (São Paulo: Casa do Psicólogo, 2008). Coordenadora do livro “Arteterapia no novo paradigma de atenção em saúde mental” (São Paulo: Vetor, 2004). Coordenadora do Conselho Editorial da Revista Científica de Arteterapia Cores da Vida (Goiânia: ABCA, 2005-2011). Vinculada ao Núcleo de Estudo em Paradigmas Assistenciais e Qualidade de Vida (NEPAQ) da FEN-UFG. Trabalha há 16 anos com Arteterapia na Saúde, desenvolvendo projetos de ensino, pesquisa e extensão na área. Coordenou do Curso de Especialização e o de Aperfeiçoamento em Arteterapia e atualmente coordena o Curso de Estudos e Atualização em Arteterapia, ambos oferecidos pela UFG.
"Arteterapia no cuidado e na reabilitação de drogadictos (álcool e outras drogas)"
Data: 13 de junho de 2011
Local: Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Goiás (FEN-UFG)
Rua 227 Qd 68, S/N - Setor Leste Universitário - Goiânia - Goiás - Brasil - CEP: 74.605-080 - Telefone: 55 (62) 3209-6280 - Fax: 55 (62) 3209-6282.
Realização: Faculdade de Enfermagem (FEN)-UFG e Associação Brasil Central de Arteterapia (ABCA)
Apoio: PROEC-UFG e NEPAQ/FEN-UFG
Público Alvo: estudantes, professores e profissionais de várias áreas de conhecimento, incluindo em especial as áreas de Arteterapia, de Musicoterapia, da saúde, da educação, do judiciário etc e aberto a todos que queiram participar.
Informações e Inscrições pelo end. Eletrônico: jornada.arteterapia@gmail.com ou aclaudiaval@terra.com.br
Coordenação Geral
Profª Ana Cláudia A. Valladares - Faculdade de Enfermagem-UFG (FEN-UFG) e Associação Brasil Central de Arteterapia (ABCA)
OBJETIVO GERAL: terá o propósito de ampliar o conhecimento de profissionais e estudantes das áreas de artes, educação, saúde, jurídica e áreas afins sobre os estudos e pesquisa que estão sendo desenvolvidos em Arteterapia aplicada ao contexto de dependência de drogas, como uma ferramenta profissional, criativa e terapêutica possível de ser utilizada como estímulo ao desenvolvimento saudável dos dependentes de drogas.
Evento gratuito com Vagas limitadas
Os participantes receberão um certificado de 10h em relação ao evento.
Ao final os autores e relatores de trabalhos receberão os certificados de apresentação e autoria.
Os trabalhos apresentados na V JORNADA GOIANA DE ARTETERAPIA serão avaliados por uma Comissão Julgadora e serão premiados os três primeiros colocados na sessão pôster e na apresentação oral.
O dia 22 de abril comemora-se o "Dia do Arteterapeuta"!
Inscrições:
Por meio do e-mail: jornada.arteterapia@gmail.com ou aclaudiaval@terra.com.br
Por FAX 55 (62) 3209-6282 aos cuidados da Profª Ana Cláudia
Outras informações na coordenação de curso da Faculdade de Enfermagem da UFG situada na Rua 227 Qd 68, S/N - Setor Leste Universitário - Goiânia - Goiás - Brasil - CEP: 74.605-080 - Telefone: 55 (62) 3209-6280 - Fax: 55 (62) 3209-6282.
Após o dia 11 de maio às inscrições serão feitas apenas no local do evento ou pessoalmente.
FICHA DE INSCRIÇÃO
Nome completo: _______________________________________________________
Profissão/Curso-período:___________________ Instituição: __________________
Membro (estudante ou profissional) filiado às associações da Arteterapia: Sim ( ) Não ( )
E-mail: ___________________________________ Fone:_______________________________
Endereço___________________________________________________________
Cidade: __________________ UF: _______ CEP: ________________
PROGRAMAÇÃO OFICIAL
Dia 13 Junho 2011 - segunda-feira
Hall de entrada
07:30 às 08:30h – Inscrições e credenciamento
08:00 às 18:00h – Exposição dos pôsteres, Mostra de artes plásticas: “Retratos” e Feira de artesanato dos GERARTEs 1 e 2
Auditório (100 pessoas)
08:30 às 09:00h – Abertura do evento
09:00 às 10:30h - Conferência: “Arteterapia no cuidado e na reabilitação de drogadictos (álcool e outras drogas)” – Profª Drª Ana Cláudia Afonso Valladares (FEN-UFG)
10:30 às 12h – Apresentações orais e dialogadas dos pôsteres
Sala 1 (50 pessoas)
09:30 às 12h – Roda de conversa sobre Toxicomania (adultos) - profissionais do CASA CAPSad (Goiânia)
Sala 2 (50 pessoas)
09:30 às 12h – Roda de conversa sobre Toxicomania (infanto-juvenil) - profissionais do CAPSadi Girassol e do Consultório de rua (Goiânia)
De 14 a 17 de junho 2011 - terça a sexta-feira
Hall de entrada
08:00 às 18:00h – Exposição dos pôsteres e Mostra de artes plásticas: “Retratos”
Mini-currículo da Conferencista
Profª Drª Ana Cláudia Afonso Valladares (GO)
Profª Drª da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Goiás (FEN-UFG). Vice-Presidente da Associação Brasil Central de Arteterapia (ABCA). Membro do Conselho Diretor da União Brasileira das Associações de Arteterapia (UBAAT). Especialista em Arteterapia e Enfermagem Pediátrica pela UFG. Mestre e Doutora em Enfermagem Psiquiátrica pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Perto/SP da Universidade de São Paulo (EERP-USP). Autora do livro: “A Arteterapia humanizando os espaços de saúde” (São Paulo: Casa do Psicólogo, 2008). Coordenadora do livro “Arteterapia no novo paradigma de atenção em saúde mental” (São Paulo: Vetor, 2004). Coordenadora do Conselho Editorial da Revista Científica de Arteterapia Cores da Vida (Goiânia: ABCA, 2005-2011). Vinculada ao Núcleo de Estudo em Paradigmas Assistenciais e Qualidade de Vida (NEPAQ) da FEN-UFG. Trabalha há 16 anos com Arteterapia na Saúde, desenvolvendo projetos de ensino, pesquisa e extensão na área. Coordenou do Curso de Especialização e o de Aperfeiçoamento em Arteterapia e atualmente coordena o Curso de Estudos e Atualização em Arteterapia, ambos oferecidos pela UFG.
20 de março de 2011
Caminhar
CaminharPor Tenório Telles*
A vida não é um caminho fácil. É uma travessia repleta de desafios, em que somos chamados, a todo instante, a reafirmar convicções, valores e os sonhos que nos sustentam. Não sabemos de onde viemos, nem para onde vamos, mas, ainda assim, seguimos viagem, enfrentando tempestades, o furor das vagas e o desconhecido. Buscamos. Estamos sempre em busca de algo que dê sentido às nossas vidas, que nos proporcione alegria e contentamento, ainda que sejam tantas as dúvidas, os medos e as incertezas.
O fato é que somos impelidos a seguir. A vida, como um rio, segue sempre, embora seja difícil decifrarmos os mistérios de seu caminhar, as surpresas que nos esperam, as perdas e os naufrágios. Não há viagem sem percalços, enganos e desencontros.
Dessas vivências, marcantes e dolorosas, nascem o aprendizado das coisas, a maturidade e o entendimento. Não há como crescer sem pagar o tributo necessário à vida. Por isso, trazemos no corpo e no ser as marcas dos embates que travamos nesse percurso pelas veredas do mundo.
Esse caminhar pela enigmática geografia da existência é um campo de provas. Nossa força e valores são testados; nossa fé e resistência são desafiadas cotidianamente. Essas experiências fazem parte do processo de depuração e fortalecimento de nossa têmpera, como o aço que adquire solidez pelo fogo.
É verdade que nem todos suportam o desespero das provações. Não são poucos os que sucumbem, que buscam os atalhos ou se acomodam à sombra da covardia ou sob a proteção dos tiranos e poderosos.
Ao invés de assumir o comando de suas vidas, contentam-se em ser coadjuvantes. Traem o milagre e a promessa que lhes estava destinada.
Gente assim é como árvore estéril, não dá frutos. Vive o amargor da irrealização, a vergonha de estar sempre a serviço das ambições alheias, a angústia de não ter tido coragem para enfrentar o destino e experimentar a maior de todas as conquistas: SER.
Esse caminhar pela enigmática geografia da existência é um campo de provas. Nossa força e valores são testados; nossa fé e resistência são desafiadas cotidianamente. Essas experiências fazem parte do processo de depuração e fortalecimento de nossa têmpera, como o aço que adquire solidez pelo fogo.
É verdade que nem todos suportam o desespero das provações. Não são poucos os que sucumbem, que buscam os atalhos ou se acomodam à sombra da covardia ou sob a proteção dos tiranos e poderosos.
Ao invés de assumir o comando de suas vidas, contentam-se em ser coadjuvantes. Traem o milagre e a promessa que lhes estava destinada.
Gente assim é como árvore estéril, não dá frutos. Vive o amargor da irrealização, a vergonha de estar sempre a serviço das ambições alheias, a angústia de não ter tido coragem para enfrentar o destino e experimentar a maior de todas as conquistas: SER.
Como é triste a existência desses seres obscuros que cumprem suas histórias sem ousadia, sem paixão e sem esperança.
Como árvores estéreis, não florescem. Que triste viver, sem florir, sem encantar os olhos dos passantes com a beleza e o brilho de suas folhas e frutos! Ou sem a alegria dos passarinhos atraídos pelo perfume de suas flores!
A vida, entretanto, não é uma metáfora da derrota e da covardia. A vida é uma metáfora da bravura, da generosidade e do amor. Os seres humanos que perseveram no cultivo do bem, do compromisso com o próximo e na esperança de construção de um mundo mais justo, construído sob o signo da justiça e da dignidade, justificam o grande milagre, que é a própria vida e seus encantos, e honram as conquistas e os valores mais nobres da civilização.
Fazem parte de uma linhagem de seres que trazem no peito a luz e o sentimento do mundo. Por isso sofrem, por isso sonham, por isso choram. Por isso se perguntam e, às vezes, se desesperam, insurgem-se e se lançam no abismo da incerteza, de onde ressurgem alados, pássaros brancos a serviço da liberdade e da promessa de redenção do mundo.
Por isso, seguem acreditando, apesar da brutalidade, da opressão e da mesquinhez – essa ferrugem que esteriliza os corações e obscurece os sentimentos.
*Tenório Telles é escritor, poeta e membro da Academia Amazonense de Letras.
Como árvores estéreis, não florescem. Que triste viver, sem florir, sem encantar os olhos dos passantes com a beleza e o brilho de suas folhas e frutos! Ou sem a alegria dos passarinhos atraídos pelo perfume de suas flores!
A vida, entretanto, não é uma metáfora da derrota e da covardia. A vida é uma metáfora da bravura, da generosidade e do amor. Os seres humanos que perseveram no cultivo do bem, do compromisso com o próximo e na esperança de construção de um mundo mais justo, construído sob o signo da justiça e da dignidade, justificam o grande milagre, que é a própria vida e seus encantos, e honram as conquistas e os valores mais nobres da civilização.
Fazem parte de uma linhagem de seres que trazem no peito a luz e o sentimento do mundo. Por isso sofrem, por isso sonham, por isso choram. Por isso se perguntam e, às vezes, se desesperam, insurgem-se e se lançam no abismo da incerteza, de onde ressurgem alados, pássaros brancos a serviço da liberdade e da promessa de redenção do mundo.
Por isso, seguem acreditando, apesar da brutalidade, da opressão e da mesquinhez – essa ferrugem que esteriliza os corações e obscurece os sentimentos.
*Tenório Telles é escritor, poeta e membro da Academia Amazonense de Letras.
Marcadores:
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Tenório Telles,
Texto
28 de fevereiro de 2011
Divulgando mais um curso!!!
VIVENDO E COMPREENDENDO OS MITOS ATRAVÉS DA ARTE E DA LEITURA SIMBÓLICA DAS NARRATIVAS MÍTICAS
Os mitos permeiam a nossa vida.
Falam das vivências cotidianas e comuns a espécie humana.
Este curso visa através de um trabalho teórico e vivencial,
a transmissão dos mitos e de sua simbologia através de técnicas expressivas diversas.
O fio condutor da leitura simbólica abordada é a integração
entre a Psicologia Analítica de Jung e a Análise Psico-Orgânica de Paul Boyesen.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
NARRATIVA MÍTICA
Diferenciando o Mito de outras narrativas
A Mitologia Grega como base de outras narrativas míticas
MITOS E TÉCNICAS EXPRESSIVAS
Os diferentes cansia expressivos como meio de amplificação e vivência mítica
NARRAÇÃO DOS MITOS NUMA ABORDAGEM PSÍQUICA
A Origem, o Indiferenciado e os Mitos de Criação
O Matriarcado, o Feminino e as Deusas
O Patriarcado, o Masculino e os Deuses e Heróis
A Alteridade, as Díades e os Pares Arquetípicos
A Dinâmica Cósmica e os Mitos do Eterno Retorno
MITOLOGIA PESSOAL
Descoberta e vivência do Mito Pessoal
Mitos, ritos e histórias familiares
Trabalhando com a Ancestralidade
MITOLOGIA NA PRÁTICA TERAPÊUTICA
A utilização do mito para a compreensão da Dinâmica Psíquica
Mitos e Família
Relações míticas como base para a compreensão das dinâmicas que se constelam nas famílias contemporâneas
Mito e Ancestralidade
Personagens Míticos na leitura de Genogramas
Mito no processo de Orientação Profissional
LEITURA MÍTICA E SONHOS
O mito como facilitador da compreensão onírica
Organização:
Incorporar-te: Espaço Terapêutico Corpo Artes
Coordenação: Ana Luisa Baptista
Psicóloga - CRP 05/23146;
Arteterapeuta AARJ 022;
Especialista em Psicologia Junguiana - IBMR;
Psicoterapeuta Corporal em Psicologia Biodinâmica e Análise Psico-Orgânica pela EFAPO/CEBRAFAPO;
Autora do livro infanto juvenil: Segredos do Coração, ilustrado por Márcia Széliga. Espheris Ed, 2010;
Coordenadora da Formação de Terapeutas em Arteterapia do Incorporar-te no RJ, SC e PR.
Início: Março 2011
Local: Casa do Giraflor
Turma Mensal: 6ª f das 18:00 às 22:00 e Sábado das 9:30 às 18:30 H
Certificados conferidos pelo Incorporar-te
com o mínimo de 75% de presença.
Informações e Inscrições:
41-33083786/98045876
www.incorporarte.psc.br
at@incorporarte.psc.br
FB: www.facebook.com/profile.php?id=100001642369688
Vagas Limitadas
Não serão devolvidos valores referente à taxa de inscrição,
exceto nos caso de cancelamento do curso pelo Incorporar-te.
Os mitos permeiam a nossa vida.
Falam das vivências cotidianas e comuns a espécie humana.
Este curso visa através de um trabalho teórico e vivencial,
a transmissão dos mitos e de sua simbologia através de técnicas expressivas diversas.
O fio condutor da leitura simbólica abordada é a integração
entre a Psicologia Analítica de Jung e a Análise Psico-Orgânica de Paul Boyesen.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
NARRATIVA MÍTICA
Diferenciando o Mito de outras narrativas
A Mitologia Grega como base de outras narrativas míticas
MITOS E TÉCNICAS EXPRESSIVAS
Os diferentes cansia expressivos como meio de amplificação e vivência mítica
NARRAÇÃO DOS MITOS NUMA ABORDAGEM PSÍQUICA
A Origem, o Indiferenciado e os Mitos de Criação
O Matriarcado, o Feminino e as Deusas
O Patriarcado, o Masculino e os Deuses e Heróis
A Alteridade, as Díades e os Pares Arquetípicos
A Dinâmica Cósmica e os Mitos do Eterno Retorno
MITOLOGIA PESSOAL
Descoberta e vivência do Mito Pessoal
Mitos, ritos e histórias familiares
Trabalhando com a Ancestralidade
MITOLOGIA NA PRÁTICA TERAPÊUTICA
A utilização do mito para a compreensão da Dinâmica Psíquica
Mitos e Família
Relações míticas como base para a compreensão das dinâmicas que se constelam nas famílias contemporâneas
Mito e Ancestralidade
Personagens Míticos na leitura de Genogramas
Mito no processo de Orientação Profissional
LEITURA MÍTICA E SONHOS
O mito como facilitador da compreensão onírica
Organização:
Incorporar-te: Espaço Terapêutico Corpo Artes
Coordenação: Ana Luisa Baptista
Psicóloga - CRP 05/23146;
Arteterapeuta AARJ 022;
Especialista em Psicologia Junguiana - IBMR;
Psicoterapeuta Corporal em Psicologia Biodinâmica e Análise Psico-Orgânica pela EFAPO/CEBRAFAPO;
Autora do livro infanto juvenil: Segredos do Coração, ilustrado por Márcia Széliga. Espheris Ed, 2010;
Coordenadora da Formação de Terapeutas em Arteterapia do Incorporar-te no RJ, SC e PR.
Início: Março 2011
Local: Casa do Giraflor
Turma Mensal: 6ª f das 18:00 às 22:00 e Sábado das 9:30 às 18:30 H
Certificados conferidos pelo Incorporar-te
com o mínimo de 75% de presença.
Informações e Inscrições:
41-33083786/98045876
www.incorporarte.psc.br
at@incorporarte.psc.br
FB: www.facebook.com/profile.php?id=100001642369688
Vagas Limitadas
Não serão devolvidos valores referente à taxa de inscrição,
exceto nos caso de cancelamento do curso pelo Incorporar-te.
7 de novembro de 2010
Mal de Alzheimer - O que é e dicas aos cuidadores!
Mal de Alzheimer
Doença neurodegenerativa progressiva e irreversível do sistema nervoso central que apresenta a perda da memória e distúrbios cognitivos importantes que afetam o convívio social.
Estudos histopatológicos demonstram que há uma grande atrofia cortical (diminuição do tamanho do encéfalo). Existe a presença da proteína beta amilóide nas placas senis. Ocorre também alterações da sinapse (comunicação entre um neurônio e outro) devido ao transtorno de transmissão nervosa e a presença de um emaranhado neurofibrilar (são alterações intracelulares verificadas no interior dos neurônios, mais comuns nas estruturas do encéfalo como hipocampo – área da memória).
Doença neurodegenerativa progressiva e irreversível do sistema nervoso central que apresenta a perda da memória e distúrbios cognitivos importantes que afetam o convívio social.
Estudos histopatológicos demonstram que há uma grande atrofia cortical (diminuição do tamanho do encéfalo). Existe a presença da proteína beta amilóide nas placas senis. Ocorre também alterações da sinapse (comunicação entre um neurônio e outro) devido ao transtorno de transmissão nervosa e a presença de um emaranhado neurofibrilar (são alterações intracelulares verificadas no interior dos neurônios, mais comuns nas estruturas do encéfalo como hipocampo – área da memória).
Um estudo realizado por Fridman e colaboradores em 2004 demonstrou que a faixa etária atingida é baixa em pessoas entre 30 a 39 e tende a aumentar na faixa etária entre 80 a 90 anos.
Os estudos de DA familiar deixam claro que existe um componente genético bastante importante para o aparecimento da doença, fazendo com que o estudo de genes candidatos permita uma compreensão maior da mesma, abrindo caminho para futuros estudos terapêuticos, Fridman 2004.
Estudos informam que o uso da ginkobiloba pode auxiliar no tratamento da Doença de Alzheimer por estimular áreas do hipocampo (relacionada com a memória).
Os estudos de DA familiar deixam claro que existe um componente genético bastante importante para o aparecimento da doença, fazendo com que o estudo de genes candidatos permita uma compreensão maior da mesma, abrindo caminho para futuros estudos terapêuticos, Fridman 2004.
Estudos informam que o uso da ginkobiloba pode auxiliar no tratamento da Doença de Alzheimer por estimular áreas do hipocampo (relacionada com a memória).
Orientações a cuidadores:
- Estabeleça rotinas que mantenham a normalidade da vida familiar;
- Evite destinar o cargo de cuidador a apenas um membro da família. É
importante que exista um rodízio entre os familiares para que ninguém fique esgotado e que isso venha refletir de forma negativa para o doente;
-Incentive a independência do portador da DA. Muitas vezes é necessário que tenha as suas atividades supervisionadas pelo cuidador, mas o cuidador não deve impedir que ele realize as suas atividades cotidianas;
- Evite discutir sobre as condições do portador na sua presença;
-Evite conflitos e confrontos. A doença ocasiona momentos de agitação e agressividade que podem parecer propositais, mas não são. O mais prudente é evitar situações que ocasionem tais alterações de comportamento;
-Não complique os questionamentos. Direcione perguntas que possibilitem respostas fáceis como sim ou não, isso ajuda muito no momento da alimentação e para identificar a sensação de calor ou frio, do portador;
-Mantenha o senso de humor saudável e respeitoso, além de incentivar isso no portador, que tende a ficar menos estressado com diversas situações;
- Torne a casa segura de tal forma a evitar possíveis quedas e situações de perigo;
-Incentive a atividade física respeitando as limitações do portador. A ajuda de um fisioterapeuta é sempre bem-vinda;
-Incentive o portador a manter suas habilidades pessoais e profissionais enquanto a evolução da doença permitir;
-Mantenha a comunicação verbal ou através de contato físico e gestos se a evolução da doença assim o exigir.
Fonte: Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAZ)
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24 de outubro de 2010
REFLEXÃO - O que as mulheres fazem quando estão com elas mesmas? - IVAN MARTINS
O que as mulheres fazem quando estão com elas mesmas
IVAN MARTINS> É editor-executivo de ÉPOCA
Ontem eu levei uma bronca da minha prima. Como leitora regular desta coluna, ela se queixou, docemente, de que eu às vezes escrevo sobre “solidão feminina” com alguma incompreensão.
Ao ler o que eu escrevo, ela disse, as pessoas podem ter a impressão de que as mulheres sozinhas estão todas desesperadas – e não é assim. Muitas mulheres estão sozinhas e estão bem. Escolhem ficar assim, mesmo tendo alternativas. Saem com um sujeito lá e outro aqui, mas acham que nenhum deles cabe na vida delas. Nessa circunstância, decidem continuar sozinhas.
Minha prima sabe do que está falando. Ela foi casada muito tempo, tem duas filhas adoráveis, ela mesma é uma mulher muito bonita, batalhadora, independente – e mora sozinha.
Ontem, enquanto a gente tomava uma taça de vinho e comia uma tortilha ruim no centro de São Paulo, ela me lembrou de uma coisa importante sobre as mulheres: o prazer que elas têm de estar com elas mesmas.
“Eu gosto de cuidar do cabelo, passar meus cremes, sentar no sofá com a cachorra nos pés e curtir a minha casa”, disse a prima. “Não preciso de mais ninguém para me sentir feliz nessas horas”.
Faz alguns anos, eu estava perdidamente apaixonado por uma moça e, para meu desespero, ela dizia e fazia coisas semelhantes ao que conta a minha prima. Gostava de deitar na banheira, de acender velas, de ficar ouvindo música ou ler. Sozinha. E eu sentia ciúme daquela felicidade sem mim, achava que era um sintoma de falta de amor.
Hoje, olhando para trás, acho que não tinha falta de amor ali. Eu que era desesperado, inseguro, carente. Tivesse deixado a mulher em paz, com os silêncios e os sais de banho dela, e talvez tudo tivesse andado melhor do que andou.
Ontem, ao conversar com a minha prima, me voltou muito claro uma percepção que sempre me pareceu assombrosamente evidente: a riqueza da vida interior das mulheres comparada à vida interior dos homens, que é muito mais pobre.
A capacidade de estar só e de se distrair consigo mesma revela alguma densidade interior, mostra que as mulheres (mais que os homens) cultivam uma reserva de calma e uma capacidade de diálogo interno que muitos homens simplesmente desconhecem.
A maior parte dos homens parece permanentemente voltada para fora. Despeja seus conflitos interiores no mundo, alterando o que está em volta. Transforma o mundo para se distrair, para não ter de olhar para dentro, onde dói.
Talvez por essa razão a cultura masculina seja gregária, mundana, ruidosa. Realizadora, também, claro. Quantas vuvuzelas é preciso soprar para abafar o silêncio interior? Quantas catedrais para preencher o meu vazio? Quantas guerras e quantas mortes para saciar o ódio incompreensível que me consome?
A cultura feminina não é assim. Ou não era, porque o mundo, desse ponto de vista, está se tornando masculinizado. Todo mundo está fazendo barulho. Todo mundo está sublimando as dores íntimas em fanfarra externa. Homens e mulheres estão voltados para fora, tentando fervorosamente praticar a negligência pela vida interior – com apoio da publicidade.
Se todo mundo ficar em casa com os seus sentimentos, quem vai comprar todas as bugigangas, as beberagens e os serviços que o pessoal está vendendo por aí, 24 horas por dia, sete dias por semana? Tem de ser superficial e feliz. Gastando – senão a economia não anda.
Para encerrar, eu não acho que as diferenças entre homens e mulheres sejam inatas. Nós não nascemos assim. Não acredito que esteja em nossos genes. Somos ensinados a ser o que somos.
Homens saem para o mundo e o transformam, enquanto as mulheres mastigam seus sentimentos, bons e maus, e os passam adiante, na rotina da casa. Tem sido assim por gerações e só agora começa a mudar. O que virá da transformação é difícil dizer.
Mas, enquanto isso não muda, talvez seja importante não subestimar a cultura feminina. Não imaginar, por exemplo, que atrás de toda solidão há desespero. Ou que atrás de todo silêncio há tristeza ou melancolia. Pode haver escolha.
Como diz a minha prima, ficar em casa sem companhia pode ser um bom programa – desde que as pessoas gostem de si mesmas e sejam capazes de suportar os seus próprios pensamentos. Nem sempre é fácil.
O QUE VOCÊS ACHAM DESTE TEXTO????
20 de outubro de 2010
MÚSICA - Enquanto houver sol
Comecei um projeto novo na ABEM que chama "Arteterapia da Alma" junto à Gina, a TO da Ong que realizou uma pesquisa bem interesante sobre espiritualidade na Esclerose Múltipla.Ela realiza a Terapia da Alma, onde trabalha-se temas referentes à espiritualidade. E na Arteterapia da Alma, existe a discussão e reflexão de temas da espiritualidade, porém confeccionamos Mandalas com o intuito de trabalhar o "Si-mesmo" e entrarmos em contato com nosso Eu-Interior, nossa divindade interna.
No momento estamos trabalhando com o símbolo do SOL e a Gina trouxe esta música. Ela ficou forte em mim,e me deu vontade de postá-la aqui no BLOG.
Composição: Sérgio Britto
Quando não houver saída
Quando não houver mais solução
Ainda há de haver saída
Nenhuma idéia vale uma vida...
Quando não houver esperança
Quando não restar nem ilusão
Ainda há de haver esperança
Em cada um de nós
Algo de uma criança...
Enquanto houver sol
Enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol
Enquanto houver sol...
Quando não houver caminho
Mesmo sem amor, sem direção
A sós ninguém está sozinho
É caminhando que se faz o caminho...
Quando não houver desejo
Quando não restar nem mesmo dor
Ainda há de haver desejo
Em cada um de nós
Aonde Deus colocou...
Enquanto houver sol
Enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol
Enquanto houver sol...
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